Março 2020

NEGE Calendário Semana 29 | 14 E 15 de março

NEGE CALENDÁRIO SEMANA 29 | 14 E 15 MARÇO
Semana de Taça Distrital, II Eliminatória, para as nossas Juniores, em Santa Maria da Feira.
O caminho faz-se caminhando.

NEGE CALENDÁRIO SEMANA 29 |  14 E 15 MARÇO  O caminho faz-se caminhando.

NEGE CALENDÁRIO SEMANA 29


Selecção feminina, a história de uma vida interrompida

A folhear um álbum de memórias, a empunhar um par de luvas antigas ou a forçar uma camisola da selecção que quase já não reconhece o corpo, todas elas se debatem, 36 anos depois, com uma dúvida que nunca terá resposta: o que seria hoje do futebol feminino português se não tivesse sido travado por aquele hiato de uma década? Até onde teria chegado uma geração de jogadoras que, contra ventos de preconceitos e marés de longas jornadas de trabalho, começou a escrever a história numa folha ainda em branco?

Alfredina Silva, Gena e Paula Lessa. Três rostos dos 16 que, naquele 24 de Outubro de 1981, deram pela primeira vez a conhecer a selecção portuguesa além fronteiras. Três rostos de atletas nas horas vagas que desbravaram um caminho pedregoso, avançando, destemidas, rumo ao desconhecido. Eram outros tempos. Trinta e seis anos no calendário do futebol é uma eternidade, especialmente num período em que as diferenças para a Europa das grandes potências (desportivas e económicas) eram tão profundas que não restava a Portugal mais do que tentar desafiar as probabilidades.

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Foi em Le Mans que a selecção feminina se estreou, 60 anos depois do primeiro pontapé na bola da homóloga masculina. Pela frente, estava nada menos do que a França, campeã do mundo em título, em rota de preparação para o Campeonato da Europa e à espera de um adversário à medida das suas necessidades. O jogo era particular, mas apenas para as anfitriãs. Para Portugal, a estreia seria sempre a doer. Independentemente das provocações do seleccionador rival, da sobranceria gaulesa e das expectativas rasas com que a generalidade dos adeptos olhava para o encontro, as portuguesas tinham viajado para competir. Ponto.

“Eu tinha 17 anos, queria era jogar”, sorri Alfredina, com os braços pousados sobre uma colecção de recortes de jornais da época que atestam muito do que dirá ao longo da hora de conversa que se seguiu. “Lembro-me de que foi com surpresa que recebi a convocatória, estava a jogar no Leixões. Não tinha uma perspectiva do que poderia ser a selecção, por isso foi com curiosidade que integrei os treinos. Tive oportunidade de treinar sempre em relvado, duas vezes por dia, de estar em estágio a preparar unicamente aquele jogo”.

Para a médio/extremo que mais tarde se destacaria no Boavista, era tudo novo. E o mesmo pode dizer-se não só em relação às companheiras de equipa, mas também no que respeita ao treinador e ao seleccionador (sim, porque à época as competências dividiam-se), José Pacheco e Sousa Ribeiro, respectivamente. Talvez por isso, porque se tratou quase de um projecto de emergência, de uma equipa constituída em cima do joelho – o próprio técnico assumiu ter sido apanhado de surpresa – a escolha tenha recaído sobre uma armada que marchava exclusivamente a Norte, com oito atletas “axadrezadas”, cinco do Coelima, duas do Leixões e uma do Foz.

“Basearam-se um pouco mais no Boavista, porque internamente era a equipa mais forte. E no seu todo acho que até funcionava melhor assim, porque era um grupo muito coeso. Nós já conhecíamos as movimentações das colegas, sabíamos que quando avançávamos tínhamos cobertura nas costas e isso fez um pouco de diferença”, interpreta Paula Lessa, médio de vocação ofensiva que também fez carreira no Bessa e que, aos 20 anos, se via na iminência de representar o país.

O “poder físico” francês

Adversárias frequentes ou companheiras de equipa ao serviço dos clubes, o grau de familiaridade dentro daquele balneário chocava com a incógnita em volta do contexto que iam enfrentar. Os serviços mínimos estavam garantidos — “A nível de material de jogo e de treino, a federação dava-nos tudo” —, a viagem para França correu como previsto, era preciso agora lidar com a ansiedade pré-competição: “Na noite antes desse jogo, fiquei com a Alice [que foi titular na baliza] no quarto. Ela era uma pessoa muito calma, mas nesse dia estava um pouco nervosa. E eu dizia-lhe: ‘Não te preocupes, vai correr bem’. Eu estava descontraída, porque depois da palestra do treinador sabia que não ia jogar, por isso estava impecável. E lembro-me de ela estar a fumar cachimbo para descontrair e de falarmos sobre como ia correr”, recorda Gena, guarda-redes que integrou a convocatória com 17 anos, depois de ter brilhado ao serviço do Foz, por empréstimo do Boavista.

Quando a equipa subiu ao relvado do Estádio Municipal de Le Mans, perante 1508 adeptos, percebeu finalmente ao que ia. E o que mais saltava à vista na selecção francesa era, nas palavras de Gena, “a envergadura física”. “Elas tinham atletas com grande poder físico”, corrobora Alfredina. “Notávamos uma diferença de andamento, principalmente na condição física, porque a maioria das atletas eram trabalhadoras e isso roubava-nos tempos para nos prepararmos”, desenvolve Paula Lessa.

O poderio da França tinha sido construído à base de um quadro competitivo estável e organizado, de um regime de preparação mais rigoroso e de uma experiência internacional acumulada. De um lado, estava um país com cerca de 10.000 futebolistas no feminino. Do outro, um “outsider” com pouco mais de 400 praticantes, com um manancial de mão-de-obra tão curto que atletas com 12 anos já integravam equipas de seniores. As forças em litígio eram desiguais, mas o encanto do futebol reside justamente nessa possibilidade permanente de questionar a lógica.

“Tudo aquilo era novo para nós, mas não foi isso que nos assustou. Podiam existir todas as diferenças do mundo que queríamos era jogar. Essa atitude e esse talento natural que existe na jogadora portuguesa, tudo isso levou a que se encarasse o jogo unicamente com o prazer de jogar”, destaca Alfredina, dispondo em cima da mesa os argumentos que Portugal apresentou: “Nós tentávamos combater essa realidade com o jogo de pé para pé, com circulação de bola, e elas foram um pouco surpreendidas por essa forma de abordarmos o jogo”.

Tão surpreendidas que, apesar de apresentarem “uma linha defensiva muito alta”, que anulou por completo o jogo aéreo português, não foram capazes de chegar ao golo. Portugal também não e uma partida que as francesas encaravam como uma oportunidade para olearem a máquina redundou num empate, que deixou meia Europa de boca aberta e que “forçou” Francis Coché, o seleccionador gaulês, a reconhecer a “inesperada” qualidade das rivais.

Seria injusto falar em desleixo na preparação. Desconhecimento talvez seja a palavra mais apropriada. Numa década em que a informação viajava bem mais devagar do que nos dias que correm, a percepção que existia fora de portas sobre a real valia do futebol português convidava a surpresas desta envergadura. Uma selecção de estreantes a bater o pé às campeãs mundiais, com várias jogadoras formadas à base das exigências da rua: “Muitas de nós, no início, jogávamos com rapazes e, nesse contexto, ou éramos competentes ou íamos para a baliza”, aponta Alfredina.

“Arrumar com o projecto”

Portugal acabava de passar com distinção o teste da sobrevivência. Pareciam lançadas as bases para um projecto de futuro, mais estruturado e ambicioso. Afinal de contas, a matéria-prima estava lá — e uma vontade indómita também — e o momento parecia perfeito para recuperar o tempo perdido para as locomotivas do futebol europeu. Puro engano.

A esse embate seminal seguiu-se a fase de qualificação para o Europeu de 1984. Pelo meio, num particular a 6 de Fevereiro de 1983, disputado em La Guardia, a defesa central São Tato — “Ela tinha um remate como eu nunca vi; uma vez torceu-me um pé só com a força do pontapé dela”, ilustra Gena — faria o primeiro golo de sempre da selecção feminina, frente a Espanha. Mas o saldo de dois empates e quatro derrotas na fase de apuramento terá refreado os ânimos na federação. O último jogo dessa caminhada ocorreu em Junho do mesmo ano, no Bessa, frente à Itália. E foi o último jogo de uma geração.

É aqui que entramos na carruagem dos porquês. “Não havia um projecto concertado para se aproveitar esse momento da selecção e dar um impulso importante ao futebol feminino. Depois de 1983, a Federação Portuguesa de Futebol acabou com a selecção nacional feminina e só recomeçou em 1993. Nesses 10 anos, ficámos numa situação de não evolução”, descreve Alfredina Silva, que nas duas últimas épocas treinou a equipa feminina do Boavista e conhece como poucas os bastidores da modalidade.

Desilusão, tristeza, é relativamente fácil descrever o estado de espírito que se apoderou então das jogadoras. O que não é fácil é encontrar uma razão sólida para este abandono de um projecto empurrado abruptamente para o chão quando ainda dava os primeiros passos. Cada uma das atletas tem uma interpretação e Gena, que hoje se divide, desportivamente, entre a natação e alguns jogos “de velhas guardas”, apresenta a sua: “Nunca quiseram gastar dinheiro com o futebol feminino. Se calhar pensavam que, como éramos tão boas cá dentro, chegávamos lá fora e ganhávamos aquilo a brincar. Não ganhámos e decidiram arrumar com o projecto”, aponta, lamentando que o fenómeno tenha sido tão “menosprezado” durante tanto tempo.

Afinal, as pressões realizadas por algumas das jogadoras do Boavista no final da década de 1970, com um abaixo-assinado à mistura, enviado para os clubes e para a federação, no sentido de ser constituída uma selecção nacional, tinha tido um resultado efémero. Na altura, explicava então a capitã Fátima Azevedo (citada pela imprensa desportiva), o organismo que tutelava o futebol nacional limitou-se a ignorar a solicitação das atletas.

Uma oportunidade perdida

Foi só quando a federação francesa, aparentemente impressionada pela capacidade do Boavista nos torneios realizados extramuros, endereçou um convite à homóloga portuguesa para um encontro de preparação, que se avançou para uma convocatória apressada da primeira selecção. Tão apressada como a decisão de voltar a interromper um ciclo que se anunciava promissor.

“Nunca percebi bem aquela paragem tão grande. É daquelas coisas que pouco falamos entre nós. O facto de não haver um número razoável de equipas para formar um campeonato nacional, se calhar não contribuiu para que a federação apostasse mais no futebol feminino. Mas é uma opinião, nunca me debrucei muito sobre isso, não tenho uma resposta”, avança Paula Lessa, que no total cumpriu três jogos com a camisola de Portugal, num contexto de muitas alterações e mexidas no “onze” em que sublinha “o cuidado do seleccionador de dar oportunidades a muitas das atletas”.

Foi uma década completa de intervalo. Uma interrupção tão longa que leva as protagonistas de outrora a perguntarem-se como teria sido se Portugal não tivesse ficado tão para trás na corrida. “Acredito que teríamos chegado lá [à fase final do Europeu] mais cedo. Foi um trabalho que ficou sem continuidade. Perdeu-se uma oportunidade de preparar a sucessão, porque o Boavista tinha excelentes jovens jogadoras, para lá da nossa geração. Foi uma pena terem parado”, lamenta.

Este é um ponto de vista que combina na perfeição com o de muitas das colegas de então, com Alfredina à cabeça. “O feito que a selecção nacional alcançou agora, de estar presente num Europeu, foi muito importante, de facto, e eu pergunto se não tivesse acontecido este interregno, se não podíamos ter participado mais vezes em fases finais”. 

Texto : Nuno Sousa
In Público
6 de Julho de 2017


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” O Caminho faz-se caminhando “

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NEGE resultados Semana 28 | 7 E 8 de março

NEGE RESULTADOS SEMANA 28 | 7 E 8 MAR
7 E 8 DE MARÇO 2020

Marcaram-se 53 golos ontem e hoje no Parque Desportivo da Gafanha da Encarnação. 30 DOS GOLOS DE EQUIPAS DO NEGE.
E as Juniores Femininas venceram e os Infantis A empataram fora.
Parque Desportivo cheio … E você não esteve lá ?
🙂


O caminho faz-se caminhando.

NEGE RESULTADOS SEMANA 28 |  7 E 8 MAR  7 E 8 DE MARÇO 2020

NEGE RESULTADOS SEMANA 28



Os valores da ética desportiva, isto é, o que é importante para nos comportarmos de forma correta
enquanto agentes desportivos, são, em primeiro lugar:

  • Verdade – a verdade desportiva existe quando os agentes desportivos se comportam de forma a não alterar resultados ou desempenhos.
    Por exemplo, a corrupção de árbitros ou juízes ou a utilização de doping, alteram a verdade desportiva, e de maneira nenhuma pode ser aceite.
  • Cooperação – quando todos os agentes desportivos trabalham em conjunto para atingir objetivos comuns.
  • Imparcialidade – este valor é muito importante para quem que tem a tarefa de julgar e avaliar
    o desempenho desportivo. Significa que se deve olhar para cada praticante da mesma forma,
    sem preconceitos ou favores.
  • Tolerância – aceitar quem é diferente de nós, embora sem tentar mudar aquilo que cada um é.
  • Ajuda – estar disponível para ajudar quem precisa, mesmo que isso possa ir contra os nossos interesses pessoais.
  • Determinação – é muito importante para conseguirmos atingir os nossos objetivos, ajuda-nos a não desistir dos nossos sonhos.
  • Respeito – o respeito pelos outros, por nós próprios, pelas organizações, pelas regras e pelos valores
    é fundamental para a ética desportiva.
  • Coragem – ter a coragem de perseguir objetivos, de ultrapassar barreiras e obstáculos, de assumir os erros.
  • Justiça – esperar e exigir justiça para si e para os outros, tratar todos de forma justa e correta.
  • Honestidade – ser verdadeiro, não mentir, não enganar. Ser honesto consigo e com os outros.

Sendo assim, se respeitarmos todos estes valores a prática do desporto vai fazer-nos crescer enquanto pessoas e enquanto cidadãos e cidadãs.

In
Ética Desportiva para todos
PNED


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SPLITZ JOGAR COM FAIR-PLAY

SPLITZ
JOGAR COM FAIR-PLAY


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FAIR-PLAY

fair-play
(palavra inglesa que significa “procedimento leal”)
substantivo masculino de dois números

1. Comportamento leal (ex.: o fair-play não era o seu forte).

2. Jogo franco e segundo as regras.

3. Respeito pelas regras e pela lealdade desportiva. = DESPORTIVISMOadjectivo de dois géneros e de dois números

4. Que aceita lealmente as condições de um combate ou de uma prova; que não procura iludir o seu adversário.
“fair-play”, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2020, https://dicionario.priberam.org/fair-play 


DEDICAÇÃO E EDUCAÇÃO

Embora etimologicamente não estejam relacionadas, foneticamente as palavras dedicação e educação têm fortes semelhanças.Poderemos concluir que há uma ligação intrínseca entre as duas e que não há dedicação sem educação?

Nos comportamentos dos adultos (pais, treinadores, dirigentes, árbitros, etc.) que acompanham as crianças na prática desportiva, a falta dessa ligação é muito presente. Todos dizem que são muito dedicados, esquecendo-se, muitas vezes, que tem de haver educação para essa dedicação ser real e válida.

Porém, é percetível que a mensagem preconizadora de um comportamento assertivo e responsável começa a ganhar adeptos. Podemos dizer, com algum orgulho, que cada vez mais clubes,dirigentes, treinadores, pais e políticos se juntam nesta missão de fazer da prática desportiva infantil o que ela deve ser: um espaço de felicidade para as crianças.

Somos mais que ontem e menos que amanhã.

Os treinadores deixam de se focar só na técnica e na tática para serem verdadeiros formadores. Os “velhos do Restelo” vão continuar a existir e a gabarem-se de resultados que de vencedores não têm nada. A mensagem a estes nunca chegará. Mas esses, felizmente, são os que estão em contra mão.

Os pais “treinadores de bancada” começam a ficar isolados. O caminho é longo, muito longo, mas somos cada vez mais os que estamos do lado da felicidade genuína das crianças a praticar desporto. A violência, verbal que seja, não tem lugar no desporto infantil.

O PNED (PlanoNacional de Ética Desportiva – www.pned.pt) tem vindo a reforçar a sua presença junto de clubes, escolas e associações e a transmitir os valores intrínsecos ao desporto. A receção por parte das crianças e jovens a estas iniciativas é extremamente positiva. O PNED tem uma panóplia de documentos que podem e devem ser consultados e partilhados muitas vezes.

O FDF(Futebol de Formação – https://www.futeboldeformacao.pt/) é um portal na internet onde se encontram contributos de vários agentes desportivos ligados ao futebol infantil que merecem uma leitura atenta e uma reflexão profunda. É uma valiosa fonte de informação disponibilizada por quem anda no terreno e partilha muita da experiência acumulada na sua vivência desportiva.

Se os adultos só aprendem através da punição e, em casos extremos, com a privação da liberdade e as crianças com educação e exemplos, o que é mais fácil, menos doloroso e oneroso?!

Vítor Santos
Embaixador PNED

in Futebol de Formação

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PROPAGAÇÃO vírus COVID-19

PROPAGAÇÃO VÍRUS COVID-19

INFORMAÇÃO DA DIREÇÃO-GERAL DE SAÚDE

PROPAGAÇÃO VÍRUS COVID-19

As seguintes recomendações seguintes destinam-se a pessoas que planeiam, trabalham ou participam em eventos públicos ou eventos de massas, onde muitas pessoas estão juntas num só local, no mesmo período de tempo, incluindo concertos, conferências, eventos desportivos, ou outros.
A evidência tem demonstrado que os eventos de massas podem potenciar a disseminação de
doenças infeciosas.


A Direção-Geral da Saúde informa que à data, e seguindo orientações da Organização Mundial da
Saúde, não existem restrições de viagens, comércio ou produtos e, portanto, a decisão de
participar ou não em eventos públicos e eventos de massas pertence a cada cidadão.

  • Avaliações de risco e resposta contínua

    Antes de decidir organizar, prosseguir, restringir, modificar, adiar ou cancelar o evento,
    recomenda-se que efetue uma avaliação de risco completa em articulação com as autoridades de
    saúde locais e nacionais. Isso significa que deve considerar o seguinte:

    ▪ As recomendações mais recentes das autoridades a nível local, nacional1 e internacional2
    sobre COVID-19;

    ▪ Se as pessoas presentes no evento poderão ter sido expostas ou infetadas com COVID-19
    e qual o risco que representam para outras pessoas;

    ▪ As características do evento (por exemplo, o número de pessoas esperadas e a densidade
    da multidão, a idade e tipo de interação entre os participantes, o alojamento, a duração do
    evento, os países de proveniência dos participantes, as viagens inerentes ao evento, os
    serviços de saúde no local, outros) e se eles podem aumentar o risco e / ou a propagação
    de COVID-19;

    ▪ Que medidas podem ser adotadas para reduzir a propagação de doença;

    ▪ Contactar a Autoridade de Saúde Local3 para obter aconselhamento.

  • Participação em eventos

    ▪ Recomenda-se que as seguintes pessoas não participem em eventos públicos, isto é, que não permaneçam em locais muitos frequentados e fechados, sem absoluta necessidade:

    ▪ Quem está doente;

    ▪ Quem, ainda que não tenha sintomas, tenha estado numa área com transmissão comunitária ativa ou que tenha tido contato com um caso confirmado por COVID-19, nos últimos 14 dias.
  • Como minimizar o risco de ficar doente num evento

    ▪ A recomendação mais importante é a prática de uma boa higienização das mãos e de etiqueta respiratória.

    ▪ A adoção das medidas acima elencadas são especialmente importantes para pessoas que têm alguns problemas de saúde, como diabetes, insuficiência renal, doença pulmonar crónica, pessoas imunocomprometidas, ou outra.

    ▪ Uma medida também importante é de limitar o uso de álcool/drogas, uma vez que pode afetar a capacidade de seguir adequadamente as recomendações anteriormente referidas.
  • Conselhos sobre máscaras

    ▪ As máscaras não são recomendadas para a maioria das pessoas, pois há evidência limitada de que impeçam a propagação da doença. A boa etiqueta respiratória e a higienização das mãos terão um impacto maior.

    ▪ Doente num evento público

    ▪ Perante o aparecimento de sintomas (incluindo febre, tosse ou eventual dificuldade respiratória), o primeiro passo é ligar para o SNS24 – 808 24 24 24, e seguir as orientações que lhe forem dadas.

    Simultaneamente:

    ▪ Disponibilizar uma máscara cirúrgica, a ser colocada pelo próprio doente;

    ▪ Isolar o doente (se possível, numa sala isolada com casa-de-banho de uso exclusivo,
    disponibilizando água, alimentos, lenços ou toalhetes de papel, saco para recolha dos
    lenços e um meio de comunicar com ele, como por exemplo um telemóvel);

    ▪ Seguir as orientações dadas pelo SNS24 e aguardar tranquilamente.

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NEGE COMPROMISSO COM A ÉTICA

NEGE COMPROMISSO COM A ÉTICA
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A Ética Desportiva explicada aos mais novos e aos mais graúdos, pelo Plano Nacional Ética no Desporto.


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OS TREINADORES DEVEM…

RESPEITAR, POR TODAS AS FORMAS E EM TODOS OS MOMENTOS, E DE MODO IGUAL, OS PRATICANTES QUE ESTEJAM SOB A SUA ALÇADA, PRESERVANDO A SAÚDE E A INTEGRIDADE FÍSICA E MENTAL DOS MESMOS.

FOMENTAR O DESPORTIVISMO ENTRE OS PRATICANTES, INCLUSIVÉ NOS PRÓPRIOS TREINOS. RESPEITAR AS REGRAS TÉCNICAS DO DESPORTO E CONTRIBUIR PARA A SUA MELHORIA QUALITATIVA.

RECUSAR E DENUNCIAR A FRAUDE OU MANIPULAÇÃO DE RESULTADOS, DEFENDENDO SEMPRE A VERDADE DESPORTIVA. CONSIDERAR OS COLEGAS DE ATIVIDADE COMO PARCEIROS NO QUE RESPEITA AO DESENVOLVIMENTO DAS MODALIDADES DESPORTIVAS QUE TREINAM.

FOMENTAR A SAUDÁVEL RELAÇÃO ENTRE TODOS OS COLEGAS DE CLASSE. CONSTITUIR UM MODELO ÉTICO PARA TODOS, SOBRETUDO PARA OS MAIS JOVENS.

FOMENTAR, EM TODOS OS ESCALÕES ETÁRIOS, OS VALORES ÉTICOS SUBJACENTES AO DESPORTO E À VIDA.

OPOR-SE À UTILIZAÇÃO DE QUAISQUER SUBSTÂNCIAS OU MÉTODOS PROIBIDOS QUE MELHOREM ARTIFICIALMENTE O DESEMPENHO DOS PRATICANTES, NOS TERMOS DAS REGRAS ANTIDOPAGEM APLICÁVEIS, E À UTILIZAÇÃO DE MÉTODOS QUE NÃO ESTEJAM EM CONFORMIDADE COM A ÉTICA MÉDICA OU COM DADOS CIENTÍFICOS CONSISTENTES.

NÃO EMPREGAR MÉTODO DE TREINO, PRÁTICAS E REGRAS QUE POSSAM PREJUDICAR A SAÚDE E O BEM-ESTAR DO PRATICANTE, BEM COMO AVALIAR, E TER EM CONTA AS ETAPAS DE CRESCIMENTO E O SEU ESTADO DE DESENVOLVIMENTO, PROCURANDO ASSEGURAR UMA ADEQUADA NUTRIÇÃO, TEMPOS DE LAZER E DE RECUPERAÇÃO E UMA INTEGRAÇÃO DO SISTEMA COM AS ATIVIDADES ESCOLARES E SOCIAIS.

EVITAR QUALQUER SITUAÇÃO QUE POSSA LEVAR A CONFLITOS DE INTERESSE. ENTENDE-SE POR CONFLITOS DE INTERESSE QUANDO TÊM, OU APARENTAM TER, INTERESSES PRIVADOS OU PESSOAIS QUE COLOQUEM EM CAUSA A INTEGRIDADE E A INDEPENDÊNCIA NO EXERCÍCIO DAS SUAS FUNÇÕES.

CUMPRIR O CÓDIGO DE ÉTICA DESPORTIVA QUE TENHA SIDO APROVADO PELAS ASSOCIAÇÕES DE CLASSE REPRESENTATIVAS DA ÁREA DE ATIVIDADE EM QUE SE INSERE.

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NEGE Calendário Semana 28 | 7 de março

NEGE CALENDÁRIO SEMANA 28 | 7 MAR

7 DE MARÇO 2020



O caminho faz-se caminhando.

NEGE CALENDÁRIO SEMANA 28

NEGE CALENDÁRIO SEMANA 28



Os valores da ética desportiva, isto é, o que é importante para nos comportarmos de forma correta
enquanto agentes desportivos, são, em primeiro lugar:

  • Verdade – a verdade desportiva existe quando os agentes desportivos se comportam de forma a não alterar resultados ou desempenhos.
    Por exemplo, a corrupção de árbitros ou juízes ou a utilização de doping, alteram a verdade desportiva, e de maneira nenhuma pode ser aceite.
  • Cooperação – quando todos os agentes desportivos trabalham em conjunto para atingir objetivos comuns.
  • Imparcialidade – este valor é muito importante para quem que tem a tarefa de julgar e avaliar
    o desempenho desportivo. Significa que se deve olhar para cada praticante da mesma forma,
    sem preconceitos ou favores.
  • Tolerância – aceitar quem é diferente de nós, embora sem tentar mudar aquilo que cada um é.
  • Ajuda – estar disponível para ajudar quem precisa, mesmo que isso possa ir contra os nossos interesses pessoais.
  • Determinação – é muito importante para conseguirmos atingir os nossos objetivos, ajuda-nos a não desistir dos nossos sonhos.
  • Respeito – o respeito pelos outros, por nós próprios, pelas organizações, pelas regras e pelos valores
    é fundamental para a ética desportiva.
  • Coragem – ter a coragem de perseguir objetivos, de ultrapassar barreiras e obstáculos, de assumir os erros.
  • Justiça – esperar e exigir justiça para si e para os outros, tratar todos de forma justa e correta.
  • Honestidade – ser verdadeiro, não mentir, não enganar. Ser honesto consigo e com os outros.

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NEGE RESULTADOS Semana 27 | 29 fevereiro e 1 de março

NEGE RESULTADOS SEMANA 27 | 29 FEV E 1 MAR

29 FEVEREIRO E 1 DE MARÇO 2020



O caminho faz-se caminhando.

NEGE RESULTADOS SEMANA 27 |  29 FEV E 1 MAR  29 FEVEREIRO E 1 DE MARÇO 2020

NEGE RESULTADOS SEMANA 27



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  • Verdade – a verdade desportiva existe quando os agentes desportivos se comportam de forma a não alterar resultados ou desempenhos.
    Por exemplo, a corrupção de árbitros ou juízes ou a utilização de doping, alteram a verdade desportiva.
  • Cooperação – quando todos os agentes desportivos trabalham em conjunto para atingir objetivos comuns.
  • Imparcialidade – este valor é muito importante para quem que tem a tarefa de julgar e avaliar
    o desempenho desportivo. Significa que se deve olhar para cada praticante da mesma forma,
    sem preconceitos ou favores.
  • Tolerância – aceitar quem é diferente de nós, sem tentar mudar aquilo que cada um é.
  • Ajuda – estar disponível para ajudar quem precisa, mesmo que isso possa ir contra os nossos interesses pessoais.
  • Determinação – é muito importante para conseguirmos atingir os nossos objetivos, ajuda-nos a não desistir dos nossos sonhos.
  • Respeito – o respeito pelos outros, por nós próprios, pelas organizações, pelas regras e pelos valores
    é fundamental para a ética desportiva.
  • Coragem – ter a coragem de perseguir objetivos, de ultrapassar barreiras e obstáculos, de assumir os erros.
  • Justiça – esperar e exigir justiça para si e para os outros, tratar todos de forma justa e correta.
  • Honestidade – ser verdadeiro, não mentir, não enganar. Ser honesto consigo e com os outros.

Se respeitarmos todos estes valores a prática do desporto vai fazer-nos crescer enquanto pessoas e enquanto cidadãos e cidadãs.

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