Novembro 2019

NEGE Calendário Semana 14 | 30 nov e 1 dez

NEGE CALENDÁRIO SEMANA 14 | 30 NOV E 1 DEZ

30 NOVEMBRO E 1 DE DEZEMBRO 2019

Semana de folga para as nossas Iniciadas.

O caminho faz-se caminhando.

NEGE CALENDÁRIO SEMANA 14
JUVENIS
CD II DIVISÃO
SÉRIE D
JORNADA 9

NEGE X GD ÁGUAS BOAS
SÁBADO 30 NOV 16.00
PD GAFANHA DA ENCARNAÇÃO

INICIADOS
CD II DIVISÃO
SÉRIE C
JORNADA 9


NEGE x AD TABOEIRA B
DOMINGO 1 DEZ 11.00
PARQUE DESPORTIVO GAF. ENCARNAÇÃO


FEMININO S19
CD FEMININO
JORNADA 8
SM MURTOENSE x NEGE
SÁBADO 30 NOV 14.30
ESTÁDIO MUNICIPAL DA MURTOSA
FEMININO S15
CD FEMININO
JORNADA 6
FOLGA DE CAMPEONATO

INFANTIS A
SÉRIE E
JORNADA 11
NEGE x C BENFICA AVEIRO
SÁBADO 30 NOV 9.00
PARQUE DESPORTIVO GAF. ENCARNAÇÃO
INFANTIS B
SÉRIE H
JORNADA 10
GD EIXENSE x NEGE
SÁBADO 30 NOV 10.15
CAMPO DO MONTE
BENJAMINS A
SÉRIE H
JORNADA 10
NEGE x C BENFICA AVEIRO
SÁBADO 30 NOV 11.30
PARQUE DESPORTIVO GAF. ENCARNAÇÃO
BENJAMINS B1
SÉRIE I
JORNADA 9
SC BEIRA-MAR x NEGE
SÁBADO 30 NOV 14.00
CAMPO DE SÃO BERNARDO
BENJAMINS B2
SÉRIE H
JORNADA 9

NEGE B x SC BEIRA-MAR B
SÁBADO 30 NOV 10.15
PARQUE DESPORTIVO GAF. ENCARNAÇÃO

TRAQUINAS A
SÉRIE H
JORNADA 8
AD TABOEIRA X NEGE
SÁBADO 30 NOV 9.00
COMPLEXO DESPORTIVO DA TABOEIRA

10 MANDAMENTOS DO TREINO COM JOVENS FUTEBOLISTAS

7º MANDAMENTO

“ACIMA DE TUDO A SAÚDE”

Quando treinamos jovens atletas praticantes de futebol, fazemo-lo, muitas vezes, centrados no seu desenvolvimento técnico e tático, esquecendo que o treino com jovens deverá promover hábitos e estilo de vida saudável. Ser treinador de jovens é procurar intervir positivamente na saúde daqueles que são objeto do nosso labor. Importa lembrar que a saúde, de acordo com a organização mundial da saúde, não é apenas a ausência de enfermidade, mas um completo bem-estar físico, social e mental.

o princípio da multilateralidade

No que concerne a dimensão física, verificamos que muitas vezes o processo de treino conduz ao aparecimento de lesões, ou por deficiente preparação dos atletas, ou por repetição excessiva de determinado gesto técnico. Alguns treinadores, buscando sucesso imediato, promovem uma intensidade desproporcionada às características morfo- funcionais das crianças. Por isso, o princípio da multilateralidade deverá ser a pedra angular no planeamento do treino de futebol com jovens, estabelecendo uma relação estreita com o princípio da especificidade. Em relação à dimensão mental, verificamos que em diversas situações a prática desportiva é a responsável por diversos problemas de natureza psíquica.

Crianças que sofrem de depressões, ansiedade, medo de errar, passaram muitas vezes por processos de treino onde a exigência estava muito acima das suas potencialidades. O treino, como já se disse anteriormente, deverá promover a superação, a transcendência, todavia, respeitando o princípio da individualidade, ou seja, reconhecendo que cada criança é um ser único, singular e irreproduzível e que por isso reclama do treinador diferentes abordagens.

Não pode o treinador ensinar para TODOS como se fossem UM.

dimensão social

No que diz respeito à dimensão social, devemos reconhecer que muitas crianças procuram a prática do futebol pela necessidade de pertença a um grupo, pelo desejo de afirmação perante os seus pares, pela demanda de rivalizar com o outro.

Todavia, este processo deverá ser orientado pelo treinador que não deverá permitir que em situação alguma, uma criança possa ser alvo de troça ou chacota por parte dos seus colegas. O treinador deverá assegurar-se que todos os elementos fazem parte do grupo e que nenhum se situa no seu exterior.

Acreditamos que, se o treino produzir alterações positivas na saúde das crianças, então, todo o processo estará impregnado de sucesso.




in
Futebol de Formação

10 MANDAMENTOS DO TREINO COM JOVENS FUTEBOLISTAS


” O Caminho faz-se caminhando “

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#apostamostudonaformação
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NEGE INICIADAS FEMININAS ON TOUR

NEGE INICIADAS FEMININAS ON TOUR

INICIADAS FEMININAS ON TOUR !

As nossas Iniciadas S15 jogaram em casa este fim-de-semana,
mas a semana passada estiveram em Arouca.

NEGE INICIADAS FEMININAS ON TOUR
NEGE INICIADAS FEMININAS ON TOUR
NEGE INICIADAS FEMININAS ON TOUR
NEGE INICIADAS FEMININAS ON TOUR

AROUCA

O contacto dos arouquenses com Aveiro (que tem uma identidade muito diferente da de Arouca e que fica a uma distância considerável da vila de Arouca, a cerca de 74 km por estrada, a sudoeste, num percurso muito sinuoso e de acessos indirectos) sempre foi escasso, fugaz e, quando existe, costuma ser meramente burocrático.

Os arouquenses nunca manifestaram nem manifestam qualquer sentimento de pertença ou de afinidade em relação à cidade de Aveiro, que é uma cidade da Região Centro, do Baixo Vouga, da CIM da Região de Aveiro, da Beira Litoral e da Beira e que tem elementos identitários muito distintos dos do concelho de Arouca, que é um concelho da região Norte (Portugal), da Área Metropolitana do Porto, do Douro Litoral e do Entre Douro e Minho, cuja capital é o Porto.

somente o mesmo distrito

O único elemento comum entre Aveiro e Arouca é apenas o facto de fazerem parte, em termos burocráticos, do mesmo distrito, sem qualquer tipo de coesão identitária e afinidade entre si, visto que todas as outras divisões territoriais onde o concelho de Arouca pertence (a sua NUT II, a sua NUT III, a sua área metropolitana e as suas antigas províncias, que são o Douro Litoral e o Entre Douro e Minho) são protagonizadas pelo Porto e pela Região Norte, tendo, como capital, o Porto, onde a identidade endógena do concelho de Arouca se insere e donde emanam grande parte dos vários tipos de divisões administrativas do Estado, relativamente ao território de Arouca.

Muito tempo antes de ser integrado no distrito de Aveiro, no ano de 1835, o concelho de Arouca já pertencia, de modo identitário, em termos autóctones, desde a formação da nacionalidade de Portugal, durante cerca de sete séculos, ao Entre Douro e Minho, enquadrado na Região Norte.

Identidade estrutural autóctone de Arouca

INICIADAS FEMININAS ON TOUR !


No fim, tudo muito divertido e bem disposto.

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NEGE RESULTADOS Semana 13 | 23 e 24 NOV

NEGE RESULTADOS SEMANA 13 | 23 E 24 NOV

23 E 24 DE NOVEMBRO 2019

Semana de folga para os nossos Iniciados.

O caminho faz-se caminhando.

NEGE RESULTADOS SEMANA 13  |  23 E 24 NOV
JUVENIS
CD II DIVISÃO
SÉRIE D
JORNADA 8

SC VISTA ALEGRE 0X1 NEGE
DOMINGO 24 NOV 11.00
CAMPO DA VISTA ALEGRE

INICIADOS


FOLGA DE CAMPEONATO


FEMININO S19
CD FEMININO
JORNADA 7
NEGE 7X0 JA PESSEGUEIRENSE
SÁBADO 23 NOV 15.30
PD GAFANHA DA ENCARNAÇÃO
FEMININO S15
CD FEMININO
JORNADA 5
NEGE 0X3 CD FEIRENSE
DOMINGO 24 NOV 15.00
PD GAFANHA DA ENCARNAÇÃO
INFANTIS A
SÉRIE E
JORNADA 10
GD EIXENSE 0X4 NEGE
SÁBADO 23 NOV 9.00
CAMPO DO MONTE
INFANTIS B
SÉRIE H
JORNADA 9
NEGE 4X3 AD VALONGUENSE
SÁBADO 23 NOV 10.15
PD GAFANHA DA ENCARNAÇÃO
BENJAMINS A
SÉRIE H
JORNADA 9
ARC OLIVEIRINHA B 11X1 NEGE
SÁBADO 23 NOV 10.30
ESTÁDIO DA GÂNDARA
BENJAMINS B1
SÉRIE I
JORNADA 8
NEGE 6X3 FC BOM SUCESSO
DOMINGO 24 NOV 9.00
PD GAFANHA DA ENCARNAÇÃO
BENJAMINS B2
SÉRIE H
JORNADA 8

OLIV. DO BAIRRO B 5X3 NEGE B
SÁBADO 23 NOV 10.15
CAMPO DE SÃO SEBASTIÃO

TRAQUINAS A
SÉRIE H
JORNADA 7
SPORTING AVEIRO X NEGE
SÁBADO 23 NOV 10.00
CAMPO DA BARROCA

10 MANDAMENTOS DO TREINO COM JOVENS FUTEBOLISTAS

6º MANDAMENTO

“ANTES DE MECANIZAR, DESENVOLVER A CRIATIVIDADE”

Se analisarmos com algum detalhe as últimas épocas do futebol português, compreendemos que muitos dos jogos acabam com empates a zero. Este resultado deverá provocar em nós uma reflexão interior, procurando resposta para o mesmo. Em nosso entender, a organização defensiva é um momento do jogo ao qual os treinadores dão cada vez mais relevância, na busca de somar os necessários pontos à obtenção dos objetivos. A política do “resultadismo” impera sobre a demanda do espetáculo desportivo.

Contudo, não nos parece que o problema resida somente na grande qualidade com que se organiza o processo defensivo. Na verdade, acreditamos que perante modelos de jogo altamente defensivos, somente uma processo ofensivo de inegável qualidade poderá sortir efeito. Todavia, um processo ofensivo de qualidade reclama a existência de atletas criativos, “ sui generis”, capazes de fazerem a diferença. Importa deste modo atentar no termo “criatividade”.

o ato criativo

Na conceção de alguns autores a criatividade representa a emergência de algo único e original. O recurso a um autor mais antigo não foi falta de zelo, mas antes propositado. É que desde sempre que o ato criativo foi assumido como algo ímpar, excecional, exclusivo de determinados atletas. Ser criativo significa ver além dos demais, encontrar caminhos, onde outros veem becos, ver soluções onde outros veem problemas. Ser criativo, é ser-se especial, é ser ousado, é ser-se audaz ao ponto de encontrar soluções imprevistas e impensadas.

Contudo, a originalidade também se desenvolve, através do processo de treino. Mas para ser desenvolvida reclama do treinador uma postura de tolerância. É que o processo criativo anda de mãos dadas com o erro. Torna-se difícil desenvolver-se a criatividade, se do exterior não existir paciência para com os erros.

Por isso, cabe aos treinadores reconhecerem o papel de destaque que assumem os atletas criativos, na medida em que estes poderão ser os futuros atletas de eleição. Não nos podemos esquecer que os atletas criativos, são os mais arrojados, os audazes, procurando a todo o momento a transcendência.




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10 MANDAMENTOS DO TREINO COM JOVENS FUTEBOLISTAS


” O Caminho faz-se caminhando “

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NEGE Calendário Semana 13 | 23 e 24 NOV

NEGE CALENDÁRIO SEMANA 13 | 23 E 24 NOV

23 E 24 DE NOVEMBRO 2019

Semana de folga para os nossos Iniciados.

O caminho faz-se caminhando.

NEGE CALENDÁRIO SEMANA 13  |  23 E 24 NOV
JUVENIS
CD II DIVISÃO
SÉRIE D
JORNADA 8

SC VISTA ALEGRE X NEGE
DOMINGO 24 NOV 11.00
CAMPO DA VISTA ALEGRE

INICIADOS


FOLGA DE CAMPEONATO


FEMININO S19
CD FEMININO
JORNADA 7
NEGE X JA PESSEGUEIRENSE
SÁBADO 23 NOV 15.30
PD GAFANHA DA ENCARNAÇÃO
FEMININO S15
CD FEMININO
JORNADA 5
NEGE X CD FEIRENSE
DOMINGO 24 NOV 15.00
PD GAFANHA DA ENCARNAÇÃO
INFANTIS A
SÉRIE E
JORNADA 10
GD EIXENSE X NEGE
SÁBADO 23 NOV 9.00
CAMPO DO MONTE
INFANTIS B
SÉRIE H
JORNADA 9
NEGE X AD VALONGUENSE
SÁBADO 23 NOV 10.15
PD GAFANHA DA ENCARNAÇÃO
BENJAMINS A
SÉRIE H
JORNADA 9
ARC OLIVEIRINHA B X NEGE
SÁBADO 23 NOV 10.30
ESTÁDIO DA GÂNDARA
BENJAMINS B1
SÉRIE I
JORNADA 8
NEGE X FC BOM SUCESSO
DOMINGO 24 NOV 9.00
PD GAFANHA DA ENCARNAÇÃO
BENJAMINS B2
SÉRIE H
JORNADA 8

OLIV. DO BAIRRO B X NEGE B
SÁBADO 23 NOV 10.15
CAMPO DE SÃO SEBASTIÃO

TRAQUINAS A
SÉRIE H
JORNADA 7
SPORTING AVEIRO X NEGE
SÁBADO 23 NOV 10.00
CAMPO DA BARROCA

10 MANDAMENTOS DO TREINO COM JOVENS FUTEBOLISTAS

5º MANDAMENTO

“ EM VEZ DE CRITICAR, CORRIGIR E ELOGIAR MAIS”

Vivemos numa sociedade onde o termo “criticar” assume uma conotação negativa. Fazer crítica, é normalmente sinónimo de depreciar, ridicularizar, desmerecer alguém. Contudo, a crítica assume uma vertente pedagógica, quando bem conduzida. É sabido que ninguém nasce ensinado e que durante um processo de aprendizagem devemos saber conviver com o erro. Ao treinador cabe a tarefa de ser paciente perante o erro e de intervir no sentido de eliminá-lo.

Assim, importa atentar em que tipos de intervenções deverá o treinador centrar-se de modo a propiciar as melhores informações aos seus atletas.

Em primeiro lugar, dizer ao atleta que fez determinado gesto técnico mal, é assumir a premissa de que esse mesmo atleta não tem capacidade discriminativa para perceber que errou. Ou seja, o atleta tem normalmente consciência de quando executa mal um passe, um remate, um desarme. Mais do que enfatizar o que foi mal executado, importa salientar o que deve ser feito para se melhorar. Por isso, as célebres frases “ João, estás a rematar mal”, deverão ser substituídas por “João, afasta o pé de apoio da bola para rematares melhor”. Em vez de empolar o erro, o treinador deverá escalpelizá-lo com o seu atleta com o objetivo de corrigi-lo.

elogios, encorajamentos e incentivos

Outras das questões muitas vezes esquecidas pelos treinadores aquando do processo de comunicação com os seus atletas são os elogios, encorajamentos e incentivos. A literatura é unânime em reconhecer que todo o ser humano aprende melhor quando o seu comportamento é reforçado positivamente, mesmo que esse comportamento ainda não esteja completamente de acordo com o desejado. Muitos treinadores dão relevo apenas ao produto final, olvidando-se do processo. Se uma criança remata sempre mal e posteriormente passa a rematar um pouco melhor, essa evolução não poderá passar despercebida aos olhos do treinador. Apesar de ainda se encontrar longe daquilo que é desejável, na verdade a criança já deu mais um passo rumo ao comportamento pretendido.

A este respeito importa referir que os estudos realizados no âmbito da psicologia denotam que uma das principais causas de abandono desportivo por parte das crianças, se deve a ausência de estímulos positivos. Por isso, não deve o treinador perder a oportunidade de elogiar um bom comportamento da criança. Elogios e encorajamentos geram um clima motivacional positivo, propício a aprendizagens.

Além disso, promove uma relação de maior confiança entre treinador-atleta.




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Futebol de Formação

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NEGE RESULTADOS Semana 12 | 16 e 17 NOV

NEGE RESULTADOS SEMANA 12 | 16 E 17 NOV

16 E 17 DE NOVEMBRO 2019

Destaque para a primeira vitória dos nossos Benjamins A .

O caminho faz-se caminhando.

NEGE RESULTADOS SEMANA 12  |  16 E 17 NOV
JUVENIS
CD II DIVISÃO
SÉRIE D
JORNADA 2
EM ATRASO
ARC OLIVEIRINHA X NEGE
DOMINGO 17 NOV 9.00
ESTÁDIO DA GÂNDARA

INICIADOS
TAÇA DISTRITAL
II ELIMINATÓRIA

AC CUCUJÃES X NEGE
DOMINGO 17 NOV 11.00
CD MUNICIPAL VILA DE CUCUJÃES

FEMININO S19
CD FEMININO
JORNADA 6
CD LOUREIRO X NEGE
DOMINGO 17 NOV 9.30
CAMPO ARC LOUREIRO
FEMININO S15
CD FEMININO
JORNADA 4
SJ SALESIANO AROUCA X NEGE
SÁBADO 16 NOV 15.00
CAMPO ARC LOUREIRO
INFANTIS A
SÉRIE E
JORNADA 9
NEGE X UD MOURISQUENSE
SÁBADO 16 NOV 9.00
PD GAFANHA DA ENCARNAÇÃO
INFANTIS B
SÉRIE H
JORNADA 8
FOLGA
BENJAMINS A
SÉRIE H
JORNADA 8
NEGE X AD VALONGUENSE
SÁBADO 16 NOV 10.15
PD GAFANHA DA ENCARNAÇÃO
BENJAMINS B1
SÉRIE I
JORNADA 7
NEGE X UD MOURISQUENSE
DOMINGO 17 NOV 9.00
PD GAFANHA DA ENCARNAÇÃO
BENJAMINS B2
SÉRIE H
JORNADA 7

RD ÁGUEDA B X NEGE B
SÁBADO 16 NOV 10.15
CAMPO DE TREINOS RD ÁGUEDA

TRAQUINAS A
SÉRIE H
JORNADA 6
NEGE X SC BEIRA-MAR
SÁBADO 16 NOV 11.30
PD GAFANHA DA ENCARNAÇÃO

10 MANDAMENTOS DO TREINO COM JOVENS FUTEBOLISTAS

4º MANDAMENTO

“ANTES DO JOGO FORMAL, O JOGO REDUZIDO”

Ensinar o jogo de futebol às crianças não passa por colocá-las na hercúlea tarefa de confrontarem-se num 11*11. Assim, como ninguém aprende a ler através das obras de Fernando Pessoa, mas antes em livros apropriados para esse fim, também não se aprende a jogar futebol através da sua forma mais complexa (11*11).

Tomando como exemplo um livro: é mais moroso ler uma obra de 400 páginas do que uma obra de 100, pois o número de páginas é menor. No Futebol, se partirmos do princípio que cada atleta em campo é uma página, facilmente compreendemos que quanto mais jogadores houver em campo, mais tempo levarão os atletas a fazer a leitura do jogo. É importante que percebamos que por cada atleta que se adicione ao jogo, acrescentam-se mais um conjunto de variáveis.

Por isso, o ensino do jogo de futebol, deverá operacionalizar-se através de formas jogadas reduzidas. Estas, não são uma forma inferior de ensinar o jogo, mas antes um utensílio pedagógico de inegável qualidade. Antes de aprender a confrontar-se contra 4 adversários, a criança necessita de aprender a defrontar-se contra 1.

saber cooperar com um companheiro para a obtenção do objetivo do jogo

Posteriormente, necessita de saber cooperar com um companheiro para a obtenção do objetivo do jogo. Esta é a lógica progressiva do ensino do jogo de futebol, relevando a sua característica de jogo de cooperação – oposição.

Além disso, as crianças que começam a experimentar o futebol, são normalmente limitadas do ponto de vista motor, necessitando de frequente contacto com o móbil do jogo. Os jogos reduzidos, promovem uma maior proximidade entre a criança e a bola, permitindo-lhe vivenciar mais situações de condução de bola, passe, drible, desarme, entre outros.

Não nos podemos esquecer que a grande motivação das crianças é a possibilidade de conduzir a bola.

Por isso, acreditamos que a melhor forma de ensinar o jogo de futebol é através de formas simplificadas que permitam à criança a apropriação da essência do jogar.




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NEGE Calendário Semana 12 | 16 e 17 NOV

NEGE CALENDÁRIO SEMANA 12 | 16 E 17 NOV

16 E 17 DE NOVEMBRO 2019

Semana de folga para os nossos Infantis B

O caminho faz-se caminhando.

NEGE CALENDÁRIO SEMANA 12  |  16 E 17 NOV
JUVENIS
CD II DIVISÃO
SÉRIE D
JORNADA 2
EM ATRASO
ARC OLIVEIRINHA X NEGE
DOMINGO 17 NOV 9.00
ESTÁDIO DA GÂNDARA

INICIADOS
TAÇA DISTRITAL
II ELIMINATÓRIA

AC CUCUJÃES X NEGE
DOMINGO 17 NOV 11.00
CD MUNICIPAL VILA DE CUCUJÃES

FEMININO S19
CD FEMININO
JORNADA 6
CD LOUREIRO X NEGE
DOMINGO 17 NOV 9.30
CAMPO ARC LOUREIRO
FEMININO S15
CD FEMININO
JORNADA 4
SJ SALESIANO AROUCA X NEGE
SÁBADO 16 NOV 15.00
CAMPO ARC LOUREIRO
INFANTIS A
SÉRIE E
JORNADA 9
NEGE X UD MOURISQUENSE
SÁBADO 16 NOV 9.00
PD GAFANHA DA ENCARNAÇÃO
INFANTIS B
SÉRIE H
JORNADA 8
FOLGA
BENJAMINS A
SÉRIE H
JORNADA 8
NEGE X AD VALONGUENSE
SÁBADO 16 NOV 10.15
PD GAFANHA DA ENCARNAÇÃO
BENJAMINS B1
SÉRIE I
JORNADA 7
NEGE X UD MOURISQUENSE
DOMINGO 17 NOV 9.00
PD GAFANHA DA ENCARNAÇÃO
BENJAMINS B2
SÉRIE H
JORNADA 7

RD ÁGUEDA B X NEGE B
SÁBADO 16 NOV 10.15
CAMPO DE TREINOS RD ÁGUEDA

TRAQUINAS A
SÉRIE H
JORNADA 6
NEGE X SC BEIRA-MAR
SÁBADO 16 NOV 11.30
PD GAFANHA DA ENCARNAÇÃO

10 MANDAMENTOS DO TREINO COM JOVENS FUTEBOLISTAS

3º MANDAMENTO

“ANTES DE ENSINAR JOGADAS,
ENSINAR A ESSÊNCIA DO JOGO”

Em primeiro lugar, importa salientar o que para nós significa o termo “jogadas”. Em nosso entender, não são mais do que circulações estereotipadas, repetidas vezes sem conta, em contexto de treino, com o objetivo de vê-las reproduzidas na competição.

Normalmente, estas jogadas são fruto de uma arquitetura mental do treinador que procura tornar os seus atletas verdadeiros robots programados.

Quando ensinamos jogadas, aniquilamos o potencial decisional das crianças, na medida em que criamos cenários que queremos ver reproduzidos, esquecendo-nos que a competição está sujeita à imprevisibilidade, ao casuístico.

Assim, não poderão os treinadores procurar “robotizar” os seus atletas, mas antes muni-los de ferramentas que lhes permitam em cada situação do jogo, decidir da melhor forma. No entanto, um olhar mais atento sobre os escalões de formação de futebol, revela que para muitos treinadores, o futebol se assume como um verdadeiro jogo de computador, onde a missão do treinador é teleguiar os seus atletas.

Muitos treinadores ocupam todo o tempo de jogo a dar indicações claras e precisas a cada atleta do que deve fazer, como fazer e onde fazer. Claro está, que não defendemos que o ensino do futebol seja anarquizado e o papel do treinador é de suma importância na correção. Contudo, ensinar futebol, implica apontar caminhos, oferecer diferentes soluções e depois, permitir que em contexto competitivo seja o atleta a escolher, em cada momento, qual o melhor desfecho para os problemas que lhe surjam.

Concluindo, cabe ao treinador a árdua tarefa de promover nos seus atletas a tomada de decisão, de modo autónomo, singular, procurando dar sempre a melhor resposta às contingências do contexto.




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NEGE RESULTADOS Semana 11 | 9 e 10 NOV

NEGE RESULTADOS SEMANA 11 | 9 E 10 NOV

9 E 10 DE NOVEMBRO 2019

Semana de folga para as nossas S15

O caminho faz-se caminhando.

NEGE RESULTADOS SEMANA 11  |  9 E 10 NOV
JUVENIS
CD II DIVISÃO
SÉRIE D
JORNADA 7
NEGE X AC FAMALICÃO
SÁBADO 9 NOV 16.00
PD GAFANHA DA ENCARNAÇÃO

INICIADOS
CD II DIVISÃO
SÉRIE C
JORNADA 7
NEGE X CD LOUREIRO
DOMINGO 10 NOV 11.00
PD GAFANHA DA ENCARNAÇÃO

FEMININO S19
CD FEMININO
JORNADA 5
NEGE X ADE RUI DOLORES
SÁBADO 9 NOV 14.00
PD GAFANHA DA ENCARNAÇÃO
FEMININO S15
CD FEMININO
JORNADA 3
FOLGA
INFANTIS A
SÉRIE E
JORNADA 8
AD VALONGUENSE X NEGE
SÁBADO 9 NOV 9.00
CAMPO BASTOS XAVIER
INFANTIS B
SÉRIE H
JORNADA 7
NEGE X GD GAFANHA
SÁBADO 9 NOV 10.15
PD GAFANHA DA ENCARNAÇÃO
BENJAMINS A
SÉRIE H
JORNADA 7
SC BEIRA-MAR X NEGE
SÁBADO 9 NOV 11.45
CAMPO SÃO BERNARDO
BENJAMINS B1
SÉRIE I
JORNADA 6
AD VALONGUENSE X NEGE
SÁBADO 9 NOV 10.15
CAMPO BASTOS XAVIER
BENJAMINS B2
SÉRIE H
JORNADA 6

NEGE B X CD ESTARREJA B
SÁBADO 9 NOV 10.15
PD GAFANHA DA ENCARNAÇÃO

TRAQUINAS A
SÉRIE H
JORNADA 5
UD MOURISQUENSE X NEGE
SÁBADO 9 NOV 11.30
ESTÁDIO MANUEL CASTRO AZEVEDO

10 MANDAMENTOS DO TREINO COM JOVENS FUTEBOLISTAS

2º MANDAMENTO

“ANTES DE GOSTAR DE GANHAR, GOSTAR DE JOGAR FUTEBOL”

A questão da vitória desportiva no futebol com jovens nunca foi consensual. Para os mais puritanos, a busca pela vitória conduz as crianças por caminhos desviantes, levando-os muitas vezes a adotarem comportamentos anti desportivos.

Por isso, a vitória deverá ser vista como algo pernicioso.

Para os mais competitivos, a vitória é o resultado que somente interessa. Nada existe para além da vitória e perder é sinal de fracasso.

Neste âmbito, posicionamo-nos numa zona equidistante face a estas duas realidades diametralmente opostas.

No entanto, a vitória jamais poderá ser entendida como um convite a prevaricação. É desleal e até mesmo pouco racional ensinar as crianças a não procurarem a vitória.

As crianças deverão ser educadas a granjearem a superação, a buscarem a transcendência.

Numa sociedade altamente competitiva, como a atual, é certamente um erro não educar para a vitória.

Todavia, esta não poderá ser o centro nevrálgico quando se treina crianças. Por isso, devemos estimular os atletas a procurarem a superação, desejando vencer, devendo, todavia, explicar que a prática do futebol pressupõe a existência de três resultados possíveis.
Por isso, a principal função do treinador é desafiar as potencialidades das crianças, encorajando-as a querem ser cada vez melhores. Contudo, alertando para a necessidade de ser um vencedor humilde e um perdedor tranquilo.

Assim, somos liminarmente contra a frase cliché
“Ganhar ou perder é desporto”.

Neste caso, acreditamos que esta frase deverá ser substituída por “ No desporto eu quero sempre ganhar, mas sei que posso perder.”




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Futebol de Formação

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NEGE – APOSTAMOS TUDO NA FORMAÇÃO!
NEGE -Novas Experiências, Grandes Esperanças.

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NEGE Calendário Semana 11 | 9 e 10 NOV

NEGE CALENDÁRIO SEMANA 11 | 9 E 10 NOV

9 E 10 DE NOVEMBRO 2019

Semana de folga para as nossas S15

O caminho faz-se caminhando.

NEGE SEMANA 11 CALENDÁRIO
JUVENIS
CD II DIVISÃO
SÉRIE D
JORNADA 7
NEGE X AC FAMALICÃO
SÁBADO 9 NOV 16.00
PD GAFANHA DA ENCARNAÇÃO

INICIADOS
CD II DIVISÃO
SÉRIE C
JORNADA 7
NEGE X CD LOUREIRO
DOMINGO 10 NOV 11.00
PD GAFANHA DA ENCARNAÇÃO

FEMININO S19
CD FEMININO
JORNADA 5
NEGE X ADE RUI DOLORES
SÁBADO 9 NOV 14.00
PD GAFANHA DA ENCARNAÇÃO
FEMININO S15
CD FEMININO
JORNADA 3
FOLGA
INFANTIS A
SÉRIE E
JORNADA 8
AD VALONGUENSE X NEGE
SÁBADO 9 NOV 9.00
CAMPO BASTOS XAVIER
INFANTIS B
SÉRIE H
JORNADA 7
NEGE X GD GAFANHA
SÁBADO 9 NOV 10.15
PD GAFANHA DA ENCARNAÇÃO
BENJAMINS A
SÉRIE H
JORNADA 7
SC BEIRA-MAR X NEGE
SÁBADO 9 NOV 11.45
CAMPO SÃO BERNARDO
BENJAMINS B1
SÉRIE I
JORNADA 6
AD VALONGUENSE X NEGE
SÁBADO 9 NOV 10.15
CAMPO BASTOS XAVIER
BENJAMINS B2
SÉRIE H
JORNADA 6

NEGE B X CD ESTARREJA B
SÁBADO 9 NOV 10.15
PD GAFANHA DA ENCARNAÇÃO

TRAQUINAS A
SÉRIE H
JORNADA 5
UD MOURISQUENSE X NEGE
SÁBADO 9 NOV 11.30
ESTÁDIO MANUEL CASTRO AZEVEDO

10 MANDAMENTOS DO TREINO COM JOVENS FUTEBOLISTAS

1º MANDAMENTO

“ANTES DE SER TREINADOR, SER EDUCADOR”

É sabido que à prática desportiva, em geral e ao futebol, em particular, são associados um conjunto de benefícios resultantes da sua vivenciação. Por isso, existe a crença de que praticar desporto é um excelente método para a aquisição de valores morais e éticos, bem como, para o desenvolvimento de todos os componentes ligados à saúde. Todavia, os estudos científicos são claros ao afirmar que a prática desportiva, per se, não faz bem nem mal.

Deste modo, somente a qualidade da prática poderá assegurar o desenvolvimento das referidas competências sociais, ou seja, se a prática for bem orientada pelos adultos significativos, esta terá certamente uma influência positiva sobre os jovens. Pelo contrário, uma experiência mal conduzida, terá efeitos nefastos e, neste caso, seria melhor que os jovens não participassem no desporto.

Concluímos, desta forma, que treinar crianças não se pode reduzir ao simples ensino das questões de natureza técnica, tática e física. O treinador deverá assumir um verdadeiro compromisso com a sua praxis, assumindo que a sua conduta se assume como um exemplo a ser seguido pelos seus atletas. Logo, antes de ser treinador de futebol é um educador desportivo, independentemente da sua formação académica. Olvidar esta premissa, é assumir uma prática estéril e inconsequente.

Não é demais referir que a esmagadora maioria das crianças que iniciam o futebol, jamais logrará ser futebolista profissional. Todavia, todas serão futuros cidadãos. Por isso, importa refletir sobre os modelos de ensino de futebol que continuam a vigorar.

Ao treinador deverá ser confiado o ensino dos mais nobres valores, nomeadamente, o esforço, o empenho, a dedicação, a resiliência, a abnegação, o respeito pelo outro e por si mesmo.

Deste modo, não é lícito ao treinador afirmar que a educação é da responsabilidade dos pais e da escola, na medida em que educar é um processo levado a cabo por todos e a todo o momento.

O treinador, pelo cargo e posição que ocupa, é um verdadeiro “fazedor de cidadão”.


in
Futebol de Formação

10 MANDAMENTOS DO TREINO COM JOVENS FUTEBOLISTAS


” O Caminho faz-se caminhando “

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NEGE -Novas Experiências, Grandes Esperanças.

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NEGE JANTAR DE NATAL

NEGE JANTAR DE NATAL

14 dezembro 2019


20.00
PAVILHÃO DESPORTIVO DA GAFANHA DO CARMO


INSCRIÇÕES ATÉ 7 DEZEMBRO NA SEDE DO NEGE
OU PELOS TELEFONES:

912038445
913234849

ATLETAS DO NEGE
OFERTA

CRIANÇAS:
ATÉ 4 ANOS – OFERTA
5 A 10 ANOS – 50% DO VALOR

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JANTAR DE NATAL

Por que se come peru no Natal? E o bacalhau, por que se tornou tradição?

in Notícias Magazine
23/12/2016

INVESTIGADORES GARANTEM QUE É ASSIM HÁ 500 ANOS.

E QUE O PRIMEIRO É UM SÍMBOLO DO PODER DOS NOBRES E O SEGUNDO RESULTADO DA PENITÊNCIA IMPOSTA PELA IGREJA.

AS RABANADAS EVOCAM NASCIMENTOS, O BOLO‑REI IMITA UMA SOBREMESA FRANCESA E OS OUTROS DOCES REVELAM A EXUBERÂNCIA DA CONSOADA.

AS PRAÇAS DE LISBOA enchiam‑se de bandos de perus que chegavam à cidade naquela altura. Os vendedores, usando canas com mais de um metro e meio de comprimento, mantinham as aves todas juntas, enquanto caminhavam pelas ruas da capital. Seriam depois vendidas para a consoada.

Era dezembro de 1801 e o padre protestante sueco Carl Israel Ruders, que residiu em Portugal entre 1789 e 1802, descrevia assim a vida em Lisboa durante o Natal, nas cartas que publicou mais tarde no livro Viagem em Portugal.

O peru era naquele tempo, como ainda é hoje, um dos pratos com destaque na mesa.

Uma tradição que, segundo os historiadores, terá começado ainda antes, no século XVI, altura em que esta ave exótica chegou a Portugal vinda das Américas, na época dos Descobrimentos, através dos castelhanos. Desde aí, conseguiu impor-se e sobreviveu por 500 anos. «É, sem dúvida, a tradição de Natal mais antiga da consoada como a concebemos», refere Maria José Azevedo Costa, coordenadora do mestrado de Alimentação, Fontes, Cultura e Sociedade da Faculdade de Coimbra – o primeiro e único existente nas universidades do país.

Tudo começou, explica, por esta ave ser vista pela nobreza com um «sinal de poder» e «de ostentação», passando a usá-la em todos os banquetes e festas, incluindo o Natal.

«Inicialmente era a refeição festiva do clero, da nobreza e da alta burguesia por ser uma ave de grande aparato.

A TRADIÇÃO DO PERU

A tradição foi-se mantendo e alargando», explica José Pedro Lima Reis, autor do livro Algumas Notas para a História da Alimentação em Portugal. E garante: «O peru entrou na consoada através da mesa dos ricos.»

Há relatos de que foi servido num banquete oferecido em 1536 por D. João III e subsistem várias provas de que o gosto das elites portuguesas e espanholas se espalhou rapidamente depois pela Europa. «Em 1549, o cabido de Notre-Dame ofereceu a Catarina de Médicis um banquete em que havia, entre outros pratos, sete perus adultos e setenta perus pequenos.

E, por volta de 1600, William Shakespeare menciona o peru na sua peça Noite de Reis para definir uma dos personagens», recorrendo a imagem do animal que impõe respeito inchando o corpo e eriçando as penas – e que entre os portugueses era conhecido como peru por se achar que era oriundo desse país.

Este prato tornou-se de tal forma popular nas classes mais altas que no primeiro livro de culinária a ser impresso em Portugal, em 1680, do cozinheiro Domingues Rodrigues, da Casa Real de Portugal, no tempo de D. Pedro II, há mais de vinte receitas para o cozinhar de forma diferente. Podia ser assado, recheado, cozido, guisado, picado e transformado em almôndegas e até misturado em arroz. Hoje, segundo a tradição, deve ser assado e recheado.

Mas naqueles tempos o peru só era consumido depois da Missa do Galo

«Mas naqueles tempos o peru só era consumido depois da Missa do Galo», conta Virgílio Nogueiro Gomes, um dos principais historiadores da alimentação do país, explicando que existiam regras rígidas da Igreja que tinham muita influência nos hábitos alimentares. «Nessa altura, além da Quaresma, a Igreja impunha jejum de carnes nos dias antes do Natal, o que só acabava depois da missa, à meia-noite.» Foi por isso, aliás, que o bacalhau ganhou terreno na consoada, acrescenta.

Caso contrário, os nobres só comiam peixe por obrigação, explica, por seu lado, Guida Cândido, investigadora e autora do livro Cinco Séculos à Mesa.

Os registos de despesas das casas reais e as receitas da época são reveladores.

No livro de cozinha que a infanta D. Maria de Portugal levou consigo para Itália em 1566, quando se casou com o nobre Alexandre Farnésio, duque de Parma, encontra-se apenas uma receita de peixe: de lampreia. «Tudo o resto são carnes», sublinha Guida Cândido, explicando que o manuscrito junta receitas do século XVI e possivelmente mais antigas e está numa biblioteca italiana.

Também através de uma análise à folha de gastos da Casa da Rainha Catarina de Áustria – mulher de D.João III – durante o mês de maio de 1571, percebe-se que se comia muito mais carne e que o peixe – como salmonete, rodovalho, ostras, entre outros – só era consumido por ter de se respeitar a penitência.

«Até ao início do século XX, as marcas da religião na alimentação eram muito fortes e tinham muita influência, garante Guida Cândido.

FOI ESSA NECESSIDADE

 de respeitar as regras católicas que transformou o bacalhau num dos pratos principais desta festa cristã. «A refeição do jantar do dia 24 era a última do período de jejum. Comia-se peixe, à meia-noite ia-se à missa e depois regressava-se a casa para celebrar com carne e doces», refere Virgílio Nogueiro Gomes. Além disso, diz, «como em dezembro era difícil os barcos partirem para a pesca e obter peixe fresco, o bacalhau revelou-se o produto ideal para a maioria da população, pobre, cumprir em todo o país a obrigação de jejum». E foi assim, garante, que «se fixou a tradição do bacalhau na noite de consoada». Uma tradição que acredita ter começado no «Minho, onde o bacalhau chegava primeiro».

O BACALHAU

Foi essa abstinência exigida pela Igreja que levou «D. Sebastião, quando se deslocou a Castela por altura do Natal para se encontrar com o seu tio Filipe II de Espanha, a oferecer-lhe um banquete apenas constituído por peixes e mariscos para mostrar a sua forte religiosidade», diz o investigador. Ao contrário do peru, o bacalhau entrou na tradição pelos mais pobres.

«É mais acessível», diz Maria José Azevedo, acrescentando que a época do ano em que o Natal é comemorado em Portugal também facilitou a escolha deste peixe como alimento preferido: «É um prato de clima frio que é servido bem quente, com características que fazem parte do que é a consoada, que significa consolo, regalo.» Este peixe resistiu e hoje, cinco séculos depois, ainda é o símbolo do Natal.

A SIMBOLOGIA DO BACALHAU

Virgílio Gomes vai mais longe e garante que já há notícias de que o bacalhau era consumido no país no século XIV, admitindo que apenas passe a ser associado à consoada dois séculos depois. A falta de documentos tem dificultado o trabalho dos historiadores, que não conseguem datar com rigor o início de algumas das atuais tradições de Natal, nem saber com precisão por que razão foram escolhidos pelos antepassados para estar na mesa da consoada.

Mas não há duvida, garantem, de que o peru e o bacalhau são consumidos desde o século XVI e que um era sinal de poder e o outro de penitência. «Mas a simbologia do bacalhau está também associada ao conceito de saudade da diáspora portuguesa», diz Virgílio Gomes, que em tempos encontrou, numa faculdade de Roma, um texto que associava o conceito de saudade da terra natal dos portugueses a este peixe protagonista da consoada nacional.

No entanto, lembra Guida Cândido, só a partir do século XIX ou XX se tornou um alimento com estatuto mais elevado. Durante muito tempo foi um prato sem grande prestígio, que era até consumido pelos «presidiários».

Hoje, as várias classes sociais consomem o conhecido «bacalhau com todos». «Antes comia-se só com couves, legumes ou pão.

AS BATATAS

As batatas só surgem no século XIX», refere Maria José Azevedo Costa, explicando que, por não haver batata, as carnes eram muitas vezes acompanhadas de castanhas, o que levou a que hoje muitos dos recheios dos perus integrem este produto.

Na atualidade, porém, há quem substitua o bacalhau pelo polvo, essencialmente no Norte do país. «E no Sul, por serem menos religiosos, a questão do jejum não está tão enraizada e há quem opte até pelo porco», refere Guida Cândido.

Ou quem substitua o peru pelo capão.

CERTO É QUE, NESTA ÉPOCA DO ANO,

não há mesa que não tenha bolo-rei. «Foi uma tradição herdada dos franceses», desvenda Virgílio Gomes.

Em Portugal, o primeiro bolo-rei surgiu em 1875, quando Baltazar Júnior, dono da Confeitaria Nacional, adaptou a receita da galette dês rois, um famoso bolo francês que terá surgido em França no século XVII, no tempo de Luís XIV.

O BOLO-REI

«Desde o dia em que Baltazar Júnior o fabricou que a receita se manteve inalterada», garante o investigador gastronómico, acrescentando que nos primeiros anos «o bolo era apenas confecionado na época natalícia, transportando para o Natal português uma tradição francesa segundo a qual se comia este bolo no dia 6 de janeiro para comemorar a visita dos três Reis Magos ao Menino Jesus, sendo a galette dês rois a representação dos presentes oferecidos por eles: a côdea simboliza o ouro; os frutos cristalizados e secos representam a mirra e o aroma do bolo simboliza o incenso. Entre os portugueses passou antes a ser consumido durante o Natal, por ser nesses dias que se preparavam as melhores refeições e se trocavam os presentes. Nessa altura, o bolo já tinha brinde e fava, que hoje desapareceram.

A ajudar ao sucesso do bolo terá estado o rei D. Fernando II, que terá gostado muito da receita da Confeitaria, fornecedora da Casa Real.

Com a proclamação da República, em 1910, este bolo chegou a estar em risco por conter a palavra «rei» e muitos passaram até a chamar-lhe bolo de Natal.

Mas resistiu, recuperou o nome e hoje, apesar de ter concorrentes – como o bolo-rainha, só com frutos secos e sem frutos cristalizados, ou o bolo-rei escangalhado, com frutos secos e doce de gila – é um dos produtos mais associados a esta festa cristã.

AS RABANADAS

Já as rabanadas, ou fatias douradas, uma das mais famosas sobremesas natalícias, começaram por ser um alimento que se dava às mulheres depois de terem filhos.


«Não sabemos a sua origem, mas em Espanha, por exemplo, já constam no receituário desde 1607 com a designação de rabanadas ou de torrijas», adianta Virgílio Nogueiro Gomes.

Sabe-se, porém, que segundo a tradição devia ser dado «às mães que tinham acabado de parir, para ganharem forças e serem bem alimentadas».

Nos vários relatos históricos, as rabanadas são associadas à época natalícia.

«Ora, se para nós era um alimento obrigatório para as parturientes e a noite de Natal celebra o nascimento de Jesus, talvez por isso elas se associaram a consoada», considera o investigador em alimentação e autor do livro Doces da Nossa Vida, em que percorre a história da doçaria tradicional portuguesa.

Devido à sua função de fortalecer as mães, inicialmente as rabanadas nem eram uma sobremesa. Mas foram-se instalando e transformando num dos símbolos gastronómicos desta altura do ano.

Apenas sofreram algumas mudanças. «Antes eram cozinhadas em calda de açúcar e hoje, depois de embebidas em leite e ovo, são fritas em azeite ou óleo», descreve Guida Cândido, recordando que foram os portugueses que levaram esta receita para o Brasil, onde ficaram conhecidas como «paridas».

QUANDO SE PREPARAVA O NATAL 

no Mosteiro de Tibães, em Braga, os monges encomendavam como sempre os doces a freiras e outras mulheres, muitas vezes até enviando-lhes os ingredientes.

No final do ano de 1766, um registo das compras e despesas da instituição revela uma novidade daquele século em relação aos anteriores: os sonhos – feitos com farinha, ovos, manteiga, açúcar e canela.

Nessa data, descreve Anabela Ramos no estudo Os Doces no Tempo Monástico de Tibães, o homem responsável pelas contas do mosteiro refere ter encomendado 354 sonhos e dado, para isso, dinheiro para 150 ovos e outro tanto para os restantes ingredientes.

As próprias constituições monásticas, refere a autora, permitiam que se ceasse e se consumissem «doces na consoada, último dia do Advento».


E seguiam-se depois três semanas em que na ementa abundavam sobremesas: arroz-doce, pão-de-ló, cavacas, confeitos maçapães, morgados, ginetes, queijadas e talhadas e a aletria, entre outros.

Os portugueses gostam de celebrar com doces, herança dos mouros que aqui viveram

«Toda a doçaria popular usada no Natal faz parte da exuberância festiva com que em Portugal se celebravam as festas de origem religiosa», diz Virgílio Nogueiro Gomes, lembrando que entre nós «os doces sempre foram símbolos de alegria e às vezes de ostentação». É o caso das filhós, das quais já há registos no século XVII. Eram feitas com fatias de pão passadas por leite, ovos e açúcar, fritas em manteiga e polvilhadas com canela. Hoje sucedem-se receitas diferentes de norte a sul. «Os portugueses gostam de celebrar com doces, herança dos mouros que aqui viveram», conclui Nogueiro Gomes.

A CONSOADA

Na consoada há ainda pinhões, amêndoas e uma variedade de outros alimentos. Mas se antigamente praticamente tudo o que estava em cima da mesa de Natal era resultado da época do ano em que se comemora esta festa, hoje isso mudou. «Agora, até há melão em dezembro», constata Maria José Azevedo Costa. Uma mudança que surge da evolução na forma de conservar os alimentos, e que, segundo os investigadores, pode vir mudar algumas tradições. Mas, por enquanto, a tradição ainda e o que era.

in Notícias Magazine
23/12/2016

VAMOS TER UM BELO JANTAR DE NATAL !

🙂


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NEGE RESULTADOS Semana 10 | 2 e 3 NOV

NEGE RESULTADOS SEMANA 10 | 2 E 3 NOV

2 E 3 DE NOVEMBRO 2019

JOGO DE BENJAMINS A ADIADO PARA DIA 22 DEZEMBRO.

O caminho faz-se caminhando.

NEGE RESULTADOS 
SEMANA 10 | 2 E 3 NOV - 2 E 3 DE NOVEMBRO 2019 . JOGO DE BENJAMINS A ADIADO PARA 22 DEZEMBRO. O caminho faz-se caminhando.
JUVENIS
CD II DIVISÃO
SÉRIE D
JORNADA 6
LAAC 11 X 0 NEGE
DOMINGO 3 NOV 9.00
PARQUE DE JOGOS DA CANADA

INICIADOS
CD II DIVISÃO
SÉRIE C
JORNADA 6
SEVERFINTAS 3 X 1 NEGE
DOMINGO 3 NOV 11.00
ESTÁDIO MUNICIPAL SEVER DO VOUGA

FEMININO S19
CD FEMININO
JORNADA 4
NEGE 3 X 2 CD FEIRENSE
SÁBADO 2 NOV 15.30
PD GAFANHA DA ENCARNAÇÃO
FEMININO S15
CD FEMININO
JORNADA 2
NEGE 2 X 6 AC COCUJÃES
DOMINGO 3 NOV 15.00
PD GAFANHA DA ENCARNAÇÃO
INFANTIS A
SÉRIE E
JORNADA 7
NEGE 1 X 5 SC FERMENTELOS
SÁBADO 2 NOV 9.00
PD GAFANHA DA ENCARNAÇÃO
INFANTIS B
SÉRIE H
JORNADA 6
UD MOURISQUENSE 0 X 4 NEGE
SÁBADO 2 NOV 10.15
ESTÁDIO MANUEL CASTRO AZEVEDO
BENJAMINS A
SÉRIE H
JORNADA 6
NEGE X GD EIXENSE
SÁBADO 2 NOV 11.30 –
ADIADO PARA 22 DEZEMBRO 2019
PD GAFANHA DA ENCARNAÇÃO
BENJAMINS B1
SÉRIE I
JORNADA 5
NEGE 0 X 4 SC VISTA ALEGRE
DOMINGO 3 NOV 9.00
PD GAFANHA DA ENCARNAÇÃO
BENJAMINS B2
SÉRIE H
JORNADA 5

AD TABOEIRA B 7 X 3 NEGE
SÁBADO 2 NOV 10.15
COMPLEXO DESPORTIVO TABOEIRA

TRAQUINAS A
SÉRIE H
JORNADA 4
NEGE X CASA DO BENFICA AVEIRO
SÁBADO 2 NOV 11.30
PD GAFANHA DA ENCARNAÇÃO

TREINO – A MOtivação

“Durante cada o treino, seja qual for o desporto, tens de ir para além daquilo que achas que é o teu limite.
Por exemplo, começas a correr, a rematar, e fazer exercícios e depois de um tempo achas que chegaste ao limite, que esgotaste toda a energia, quando na verdade chegaste ao que eu chamo de “primeiro fôlego”.


É neste momento que te esforças para chegar ao segundo fôlego, isto só chega depois de alguns minutos de sofrimento.


Em conclusão quando o treinador apita e sentes o coração a explodir do peito, como resultado tu tens se conseguir recuperar o fôlego em 2 minutos, caso contrário é melhor abrires uma tabacaria, quer dizer que estás no ofício errado .”

Johan Cruyff


” O Caminho faz-se caminhando “

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